Seis escolas de negócios portuguesas fazem parte do ranking do «Financial Times» de 2026 para Executive Education: Nova SBE Executive Education, Iscte Executive Education, ISEG Lisbon School of Economics and Management, PBS – Porto Business School, Católica- Lisbon School of Business and Economics e Católica Porto Business School. O ranking apresenta as melhores 90 escolas a nível mundial em programas abertos e as 100 melhores em programas customizados.
A Nova SBE Executive Education é a primeira escola do nosso país a surgir no ranking, na posição 9 dos programas customizados (antes estava na posição 15). Já nos programas abertos, a escola passa da posição 30 para a posição 20.
O Iscte Executive Education chega este ano ao seu melhor resultado o melhor resultado, subindo 13 lugares nos programas customizados, para a posição 31. Nos programas abertos sobe 16 lugares, para a posição 51.
Segue-se, entre as escolas do nosso país, o ISEG Lisbon School of Economics and Management, repetindo a posição 48 nos programas customizados e situando-se na posição 70 nos programas abertos.
A PBS – Porto Business School sobre oito lugares para a posição 35 nos programas abertos. Já nos programas customizados surge na posição 54.
A Católica-Lisbon School of Business and Economics ocupa a posição 26 nos programas abertos (melhoria de 11 lugares) e a posição 52 nos programas customizados.
A Católica Porto Business School estreia-se este ano no ranking, ocupando a posição 85 nos programas abertos e a posição 99, ex-aequo, nos programas customizados.
De assinalar que os programas abertos são direcionados a profissionais individuais, enquanto os programas customizados são desenhados à medida daquilo que necessitam as empresas e outras organizações.
Reações das escolas
Deixamos a seguir algumas declarações de responsáveis das seis escolas.
Pedro Brito, chief executive officer (CEO) da Formação de Executivos da Nova SBE, assinala: «Este resultado é o reflexo de um esforço coletivo construído ao longo de muitos anos. É fruto de uma equipa extraordinária que, diariamente, desafia a forma tradicional de fazer formação executiva; de professores e especialistas que ligam rigor académico a impacto real nas organizações; de clientes que nos obrigam constantemente a pensar diferente e a desenhar soluções transformadoras para desafios complexos; e de parceiros nacionais e internacionais que confiam na nossa visão e caminham connosco nesta ambição global. Mais do que uma posição num ranking, este reconhecimento mostra que Portugal consegue afirmar-se entre as melhores escolas do mundo quando existe capacidade de inovação, colaboração e foco no impacto.» O responsável refere ainda: «O trabalho que fazemos na Nova SBE Executive Education procura contribuir não apenas para o desenvolvimento individual dos líderes, mas também para organizações mais competitivas, mais humanas e mais preparadas para transformar a economia nacional e internacional. Estar hoje no Top 10 mundial é, acima de tudo, a confirmação de que este ecossistema de pessoas, empresas e parceiros está a gerar impacto real.»
Por sua vez, o diretor da Nova SBE, Pedro Oliveira, destaca: «Os resultados agora alcançados confirmam que a Nova SBE não acompanha apenas as melhores escolas do mundo – destaca-se entre elas. Num contexto em que as instituições são naturalmente desafiadas a provar, de forma consistente, a relevância do seu trabalho, escolhemos manter o foco naquilo que verdadeiramente nos define: rigor académico, ambição internacional e impacto concreto nas organizações e na sociedade. As nossas conquistas são o reflexo dessa consistência e da capacidade de continuar a entregar resultados com visão de longo prazo, de futuro. Hoje somos, em toda a extensão da palavra, uma escola de classe mundial».
José Crespo de Carvalho, presidente do Iscte Executive Education, assinala que os resultados obtidos «confirmam o reconhecimento internacional do trabalho desenvolvido» pela escola «e refletem uma estratégia consistente de proximidade em relação às empresas, inovação na oferta formativa e reforço da presença internacional». Tudo isto, faz notar, «é o resultado de muito trabalho e de consistência, bem como do envolvimento de uma equipa vasta de staff, coordenadores, docentes e, sobretudo, participantes e empresas».
Do ISEG Lisbon School of Economics and Management, há duas partilhas. A primeira é de João Duque, presidente do ISEG: «Os rankings não são um fim em si mesmo, mas um indicador importante sobre a forma como o trabalho das escolas é reconhecido internacionalmente. No caso do ISEG, estes resultados mostram, mais uma vez, consistência, ambição e capacidade de competir num espaço global muito exigente, como temos vindo a demonstrar nos últimos anos.»
Joana Santos Silva, CEO do ISEG Executive Education, complementa: «Este reconhecimento do ‘Financial Times’ confirma o caminho que temos vindo a construir: uma escola profundamente ligada às empresas, capaz de cocriar soluções relevantes, inovadoras e transformadoras. O crescimento da nossa atividade demonstra não apenas a confiança das organizações no ISEG Executive Education, mas também a capacidade da nossa equipa para entregar experiências de aprendizagem verdadeiramente diferenciadoras, com impacto real nas pessoas e nos negócios.”
Pela PBS – Porto Business School, José Esteves, dean da instituição, partilha: «Este resultado confirma a trajetória internacional da Porto Business School e o reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver na preparação de líderes para contextos cada vez mais complexos. A subida para o lugar 35 mundial em open programs, com uma progressão de 40 posições desde 2020, mostra que a PBS está a crescer com consistência, ambição e impacto. Num mundo transformado pela inteligência artificial, pela geopolítica, pela sustentabilidade e pela evolução do talento, queremos ser a escola parceira das organizações que não se limitam a responder à mudança; querem liderá-la.»
Nuno Moreira da Cruz, dean da Católica-Lisbon | Executive Education, refere «o enorme orgulho ao partilhar os resultados», fazendo notar que a instituição «alcançou a sua melhor posição de sempre nos programas de inscrição aberta». Refere ainda: «Trata-se de um marco que reflete a ambição, o talento e o compromisso de toda a nossa comunidade. E este reconhecimento ganha ainda mais significado por destacar aquilo que verdadeiramente nos define: a excelência do nosso corpo docente, a qualidade das nossas metodologias de ensino e a capacidade de desenhar programas com impacto real nas pessoas e nas organizações. É também motivo de orgulho vermos reforçada a nossa relevância internacional junto de clientes e parceiros globais. Há 19 anos consecutivos neste ranking, continuamos a afirmar a Católica-Lisbon como uma escola com visão global, capaz de inovar, crescer e gerar impacto a partir de Portugal para o mundo.»
Já o dean da Católica Porto Business School, João Pinto, destaca que «a conquista muito significativa» da instituição, realçando que «confirma o caminho de crescimento e afirmação internacional que a escola tem vindo a construir». E acrescenta: «Mais do que uma presença num ranking, este resultado reconhece a consistência do trabalho que temos desenvolvido na formação de líderes, profissionais e organizações, com uma proposta assente em rigor académico, proximidade com o mundo empresarial e impacto real. Estes rankings são considerados uma das mais relevantes referências internacionais na avaliação da formação executiva, analisando critérios como qualidade da experiência formativa, impacto organizacional, internacionalização e satisfação de participantes e empresas.»
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O ranking do «Financial Times» pode ser consultado aqui. Nos programas abertos, a London Business School lidera, seguida pela HEC Paris e pela IESE Business School. Nos programas customizados, nos três primeiros lugares surgem, respetivamente, a SDA Bocconi School of Management, a London Business School e o IMD – International Institute for Management Development.
