Empresa global especializada em soluções flutuantes para a produção de energia, a SBM Offshore tem mais de 60 anos de experiência, num percurso que assenta em inovação, engenharia e capacidade de execução em ambientes offshore complexos.
Texto: Redação «human» Foto: João Bizarro
Ao longo da sua história, a SBM Offshore evoluiu de fornecedora de sistemas de amarração para o desenvolvimento e a operação de FPSOs (unidades flutuantes de produção, armazenamento e descarga de petróleo), e hoje está presente em toda a cadeia de valor destes ativos, desde a engenharia e a construção até à instalação e à operação ao longo do seu ciclo de vida.
Pedro Gomes da Costa, Country General Manager no nosso país, partilha que «a empresa mantém o foco no seu core business de FPSOs, operando uma das maiores frotas a nível mundial, e em paralelo investe na melhoria da eficiência operacional, na digitalização e na integração de soluções que contribuam para a redução de emissões». Este posicionamento, faz notar, «permite à SBM Offshore apoiar os seus clientes na transição energética».
A SBM Offshore conta com cerca de oito mil colaboradores distribuídos por escritórios, estaleiros e unidades offshore em diversas partes do mundo. «É uma organização multicultural, diversa e altamente especializada, com equipas que trabalham em áreas como engenharia, projetos, operações, sustentabilidade e gestão de ativos complexos», detalha o responsável, para logo referir: «Reunimos perfis muito diferentes, experiências complementares e um nível técnico forte, que permite responder a desafios exigentes e operar num contexto altamente complexo. Em Portugal, temos uma equipa com mais de 550 pessoas, que tem crescido de forma consistente e que representa já uma componente importante da organização global. É uma equipa multicultural qualificada, que tem vindo a afirmar-se pelo talento, pela capacidade técnica e pelo contributo efetivo para o negócio.»
Por sua vez, Sara Ribeiro, Human Resources Manager da empresa em Portugal, assinala que valorizam «profissionais com uma base técnica sólida, capacidade de trabalhar em contextos complexos e internacionais, espírito colaborativo e comprometidos com temas como segurança, responsabilidade e sustentabilidade, assim como jovens talentos com sede de aprender e crescer, com forte senso colaborativo e adaptabilidade». A procura é por «pessoas nas áreas de engenharia, tecnologia, finanças, gestão de projetos, sustentabilidade, recursos humanos entre outras, com a possibilidade de integrar projetos de grande escala e impacto global, que irão contribuir para a transição energética e a construção de uma economia azul mais sustentável».
Sara Ribeiro comenta que «as novas gerações tendem a chegar com uma maior familiaridade com a tecnologia e a digitalização, e com uma expectativa forte em relação ao propósito, ao impacto e à forma como o trabalho se enquadra no seu percurso pessoal e profissional». Já os profissionais experientes «trazem um conhecimento técnico sólido e uma experiência operacional fundamental em sectores complexos como aquele em que opera a SBM Offshore». Estas diferenças não são um obstáculo, «são uma vantagem estratégica», faz notar a responsável, e explica: «Juntando diferentes gerações nas equipas, criamos contextos de aprendizagem ricos, partilha de perspetivas e complementaridade. E isso acaba por ser positivo, tanto do ponto de vista da inovação como da consistência e da qualidade da execução. Na SBM Offshore, promovemos essa convivência entre experiência e renovação através da dinâmica natural das equipas, da mentoria e do desenvolvimento contínuo das pessoas.»
Pedro Gomes da Costa e Sara Ribeiro veem a SBM Offshore como uma organização multicultural, diversa e altamente especializada. As equipas trabalham em áreas como engenharia, projetos, operações, sustentabilidade e gestão de ativos complexos.
Atrair, desenvolver e reter talento
Pedro Gomes da Costa refere «um contexto cada vez mais exigente», considerando «fundamental atrair, desenvolver e reter talento com competências especializadas». Pessoas e tecnologia «são dois fatores chave para a SBM Offshore», realça. «A tecnologia tem um papel cada vez mais central. A digitalização e a integração de novas soluções tecnológicas são essenciais para melhorar a segurança, a fiabilidade e a eficiência dos ativos que desenvolvemos e operamos. Outros desafios igualmente relevantes passam pela necessidade de continuar a reduzir a intensidade carbónica das operações e responder a expectativas crescentes em matéria de segurança e sustentabilidade. No fundo, são desafios interligados, e é precisamente por isso que a resposta da SBM Offshore é dada de forma integrada», explica.
O responsável refere ainda que «o desenvolvimento e a consolidação do conceito Fast4Ward representam uma evolução importante na forma como a SBM Offshore desenvolve e entrega FPSOs». Trata-se de uma abordagem que «introduz um maior nível de padronização e modularização no desenvolvimento destes ativos, o que permite reduzir o risco de execução, aumentar a previsibilidade de custo e prazo e ainda melhorar a eficiência global dos projetos». Ao mesmo tempo, «cria condições para integrar, desde uma fase inicial, soluções tecnológicas que contribuem para uma operação mais eficiente e com menor intensidade carbónica». Ou seja: «O Fast4Ward traduz uma forma diferente de pensar e executar projetos, combinando inovação, repetibilidade, qualidade e visão de longo prazo. E isso tem um impacto relevante na forma como a SBM Offshore cria valor para os seus clientes e se posiciona num sector em transformação.»
Neste contexto, Sara Ribeiro destaca «a aposta consistente no desenvolvimento das pessoas», assinalando: «Existe uma preocupação real em criar condições para que as pessoas possam crescer, desenvolver competências e evoluir ao longo do seu percurso na empresa. Isso traduz-se em investimento contínuo em formação, aprendizagem on-the-job, mobilidade interna, exposição internacional e oportunidades de progressão em diferentes contextos e geografias. Ao mesmo tempo, há uma atenção importante à criação de ambientes de trabalho seguros, inclusivos e colaborativos, onde as pessoas se sintam valorizadas e possam desenvolver o seu potencial.»
A finalizar, Pedro Gomes da Costa refere de novo a transformação energética, deixando esta partilha: «A SBM Offshore distingue-se pelo seu espírito pioneiro e pela capacidade contínua de inovar. A empresa mantém um foco claro no reforço do seu core business, enquanto integra soluções digitais e de menor intensidade carbónica, alavancando a sua experiência e a liderança tecnológica. Este ADN de inovação sustenta uma abordagem de diversificação seletiva, permitindo explorar novas oportunidades de forma consciente e responsável.»
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»» DESTAQUES
30 e 25
Pedro Gomes da Costa destaca a SBM Offshore como «uma organização de dimensão global, onde a diversidade, a equidade e a inclusão assumem um papel central na construção da sua identidade». O contexto é multicultural, com 30 nacionalidades e 25 línguas, e acresce a convivência de várias gerações, com a predominância dos Millennials (61%) e da Geração Z (23%). Em Portugal, as mulheres representam 42,7% do total de colaboradores. «Em conjunto, estes dados evidenciam uma cultura organizacional dinâmica, alinhada com os desafios de um ambiente global em constante evolução.»
2% e 12%
«Numa análise global da sua atividade, a SBM Offshore tem hoje uma presença relevante no sector energético offshore», assinala Sara Ribeiro. «Cerca de 2% da produção mundial de petróleo e aproximadamente 12% da produção em águas profundas passam por ativos da empresa. Este número dá uma noção da escala da operação da SBM Offshore, mas também da responsabilidade associada, nomeadamente em termos de segurança, fiabilidade e eficiência.»
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»» DISTINÇÃO
– «Empresa de Excelência para Trabalhar em Portugal», da revista «human»

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»» A EMPRESA
SBM Offshore
Sede: Porto
Atividade: Soluções Flutuantes para a Produção de Energia
Número de colaboradores: +550
Média de idades: 36 anos
Antiguidade média: ND
Colaboradores em contacto com IA no trabalho: ND
Site: www.sbmoffshore.com
