Criada em 2013, a AbbVie é uma biofarmacêutica global que nasceu com uma ambição muito clara: descobrir, desenvolver e disponibilizar medicamentos inovadores que possam fazer uma diferença real na vida das pessoas. Trata sobretudo doenças muito complexas para as quais existem poucas soluções terapêuticas.
Texto: Redação «human» Fotos: DR
Ao longo destes 13 anos, A AbbVie tem crescido de forma sustentada e possui hoje um portefólio robusto e diversificado, com foco num conjunto de áreas terapêuticas, como imunologia, oncologia, neurociências, oftalmologia, virologia e medicina estética. «Hoje, tal como no primeiro dia, mantemos um forte compromisso com a ciência, a inovação, os doentes e a sociedade», diz Célia Santos, Human Resources Director em Portugal, onde a empresa «tem consolidado uma presença sólida, assente numa relação próxima com o ecossistema de saúde, no desenvolvimento das pessoas e numa cultura de responsabilidade, colaboração e exigência.»
Os cerca de 150 colaboradores que a empresa tem em Portugal formam «uma equipa com perfis muito diferentes», algo que a responsável considera uma força, para logo referir: «Temos pessoas com experiências, competências e perspetivas diversas, mas com um alinhamento muito claro em torno de um objetivo comum. Gosto de pensar na nossa equipa como suficientemente próxima para haver agilidade e relação, mas também suficientemente diversa para haver desafio, pensamento crítico e crescimento. Há muito conhecimento técnico, muita capacidade de execução e um verdadeiro sentido de responsabilidade coletiva.»
Célia Santos partilha que isto «também se sente na forma como as pessoas falam da empresa – destacam frequentemente a colaboração entre equipas, a qualidade do trabalho e o envolvimento com a comunidade, o que diz bastante sobre a cultura que tem vindo a ser construída». E a AbbVie «procura pessoas curiosas, íntegras e com vontade genuína de contribuir», explica a responsável, que detalha: «Valorizamos pessoas que saibam aprender, colaborar e adaptar-se, porque trabalhamos num sector em que a exigência é elevada e a mudança é constante. Valorizamos as competências técnicas, mas damos também muito valor a algo menos mensurável e igualmente importante: a atitude. A forma como cada pessoa se relaciona com as outras, encara desafios e assume responsabilidade faz a diferença. A nossa proposta de valor passa por oferecer um contexto onde as pessoas podem crescer, ter impacto e trabalhar com propósito. Não no sentido mais abstrato da palavra, mas no sentido de perceberem que o seu trabalho tem relevância real – para quem está doente, para a sociedade e para a própria organização.»
Célia Santos faz ainda notar que «cada geração traz expectativas, ritmos e formas de aprender distintas», e aí a questão que se coloca «não é tentar uniformizar essas diferenças, mas criar um contexto onde elas possam coexistir bem e acrescentar valor». Mais: «As gerações mais jovens tendem a procurar aprendizagem rápida, feedback mais frequente e um maior sentido de propósito desde cedo. Já os profissionais com mais experiência trazem solidez, visão, capacidade de análise e um conhecimento muito importante para a organização. O nosso papel é garantir que existe espaço para a troca. Quando isso acontece, a equipa fica mais rica, mais equilibrada e mais preparada para evoluir.»
Célia Santos defende que «ser uma boa empresa para trabalhar não pode ser um exercício de imagem, tem de ser uma escolha real, visível na forma como se lidera, como se decide e como se trabalha todos os dias».

Atenção contínua à experiência das pessoas
Colocando lado a lado as dimensões pessoas e a tecnologia em termos de importância, Célia Santos refere que «a transformação digital, a literacia tecnológica e a ascensão da inteligência artificial [IA] são desafios prementes, tal como a capacidade de atrair e desenvolver talento». Mesmo assim destaca um desafio mais transversal: a capacidade de adaptação. E diz: «Vivemos num contexto de mudança constante – científica, regulamentar, social e tecnológica –, e isso exige organizações mais ágeis, mais conscientes e com maior capacidade de aprender. Para mim, o desafio não está apenas em acompanhar a mudança. Está em conseguir fazê-lo com consistência, sem perder rigor, nem foco, nem identidade. A tecnologia é uma parte importante dessa equação, mas continua a ser a qualidade das pessoas e das equipas – com a sua resiliência, a curiosidade e a capacidade de colaboração – que determina a forma como a organização responde.»
A responsável refere ainda a forma como olham para o de senvolvimento, assinalando: «Na AbbVie, procuramos que feedback, crescimento e reconhecimento façam parte da experiência normal de trabalho, e não apenas de momentos formais. Mais do que ter processos, interessa-nos que haja conversas com qualidade, clareza nas expectativas e espaço real para evolução. Isso exige consistência e exige liderança. Acredito que uma cultura forte se constrói muito nessa continuidade: na forma como se dá feedback, como se reconhece, como se desafia e como se acompanha cada pessoa. O reconhecimento da AbbVie como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal resulta, em grande parte, dessa atenção contínua à experiência das pessoas.»
Para Célia Santos, «é difícil falar de inovação hoje sem falar de IA». Isto a propósito de uma das inovações mais marcantes para a AbbVie: a forma como na empresa tem sido integrada a IA nas diferentes dimensões da sua atividade. «Em investigação e desenvolvimento», explica, «a IA está a ajudar-nos a acelerar processos, a analisar informação complexa e a apoiar uma tomada de decisão mais informada, o que é particularmente relevante num sector em que a ciência e a precisão são essenciais. Mas o mais interessante é que a inovação não fica fechada na dimensão científica. Temos procurado promover uma adoção responsável e a prática da IA no trabalho do dia-a-dia, incluindo com ferramentas próprias e com investimento em formação, para que os colaboradores percebam não só o potencial da tecnologia, mas também os seus limites, e a utilizem de forma ética e consciente. Temos inclusive uma equipa local dedicada a este tema, com foco no desenvolvimento das pessoas e na criação de condições para que a tecnologia seja, de facto, uma ferramenta de capacitação. Para nós, a inovação acontece quando a tecnologia serve as pessoas, ajudando-as a trabalhar melhor, a aprender mais depressa e a concentrar-se no que realmente acrescenta valor.»
Em jeito de conclusão, a responsável reforça uma ideia que, para si, é importante: «Ser uma boa empresa para trabalhar não pode ser um exercício de imagem, tem de ser uma escolha real, visível na forma como se lidera, como se decide e como se trabalha todos os dias.» No caso da AbbVie, acredita que «essa preocupação tem sido consistente e que o reconhecimento obtido é consequência disso, não o contrário». Mais: «Quando as pessoas se sentem respeitadas, desafiadas e valorizadas, a organização fica naturalmente mais forte e isso reflete-se também no impacto que conseguimos ter.»
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»» DESTAQUES
13
São 13 anos desde a fundação da AbbVie e também 13 anos consecutivos no top 5 do Great Place To Work (GPTW) em Portugal. Mais do que o número em si, Célia Santos valoriza o que ele representa: «consistência». Porque «cultura não se constrói num ano, constrói-se ao longo do tempo», diz.
150
Os colaboradores da empresa. Representam 150 histórias, percursos, talentos e perspetivas distintas «que se cruzam todos os dias na construção de um propósito», explica a responsável, assinalando: «É essa diversidade humana que fortalece a AbbVie, porque acreditamos que são as pessoas, com a sua experiência, a energia, a criatividade e o compromisso, que verdadeiramente fazem a diferença.»
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»» DISTINÇÕES
– «Best Workplaces Portugal», do Great Place To Work Institute: 1º lugar na categoria de 101 a 200 colaboradores
– «Empresa de Excelência para Trabalhar em Portugal», da revista «human»

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»» A EMPRESA
AbbVie
Sede: Amadora
Atividade: Sector Farmacêutico
Número de colaboradores: 152 (68% Mulheres, 32% Homens)
Média de idades: 41 anos
Antiguidade média: 7 anos
Colaboradores em contacto com IA no trabalho: 100%
