Mary Kay Portugal

Um legado feito de pessoas

Texto: Redação «human» Fotos: DR

«Somos uma organização que alia produtos de elevada qualidade a empreendedorismo, desenvolvimento pessoal e uma cultura profundamente humana», partilha Sandra Silva, para logo acrescentar: «O nosso ADN assenta em princípios intemporais – reconhecimento, flexibilidade, oportunidade e valores. Contamos em Portugal com uma equipa interna comprometida, que assegura com paixão e profissionalismo a operação e a proximidade com a força de vendas.»

A General Manager refere que ao longo do percurso mantiveram-se fiéis à essência da marca, evoluindo para «responder às novas gerações e às novas formas de trabalhar, liderar e crescer, apoiando milhares de empreendedoras no nosso país a concretizar sonhos e a alcançar realização pessoal e profissional através do seu negócio independente Mary Kay».

A equipa interna em Portugal é composta por 12 colaboradores, «unidos por uma cultura de proximidade, compromisso e sentido de missão», realça Sandra Silva, para logo acrescentar: «Somos uma estrutura ágil, colaborativa e profundamente orientada para as pessoas, que trabalha diariamente para apoiar o crescimento e o sucesso das consultoras de beleza independentes Mary Kay. A riqueza intergeracional da equipa é também uma das nossas forças, porque junta diferentes experiências, perspetivas e fases de vida, criando uma combinação muito valiosa de energia, inovação, conhecimento e maturidade. Mais do que o número, define-nos o impacto: o trabalho de uma equipa forte e profundamente comprometida, que contribui para transformar a vida de milhares e milhares de mulheres e das suas famílias em Portugal, através de oportunidades reais de negócio, desenvolvimento, realização e independência.»

Sandra Silva partilha ainda que estão a «viver uma fase de transformação, mas há algo que permanece inalterável – a convicção de que o sucesso só faz sentido quando é construído com propósito, com valores e com impacto positivo na vida das pessoas». É essa visão que continua a orientar a empresa em Portugal, faz notar.

A Mary Kay procura para a sua equipa pessoas com atitude positiva, sentido de propósito, vontade de crescer e alinhamento com os valores da marca. «Valorizamos perfis curiosos, colaborativos, proativos e orientados para resultados, sem nunca perder de vista a importância da forma como esses resultados são alcançados», detalha a responsável, destacando a proposta de valor, que «passa pela integração numa multinacional sólida, com um legado único, uma cultura profundamente humana e um propósito com impacto real». Em Portugal, a Mary Kay «está a transformar e a adaptar o modelo de negócio, o que cria um contexto particularmente motivador para quem gosta de participar ativamente na mudança, contribuir com ideias e fazer parte de um projeto com significado», refere Sandra Silva, assinalando que acreditam que o «equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional é essencial para que cada pessoa possa dar o seu melhor de forma sustentada».

A responsável faz notar que «existem, naturalmente, diferenças nas expectativas, na forma de comunicar, no ritmo de aprendizagem e naquilo que cada pessoa procura numa experiência profissional», assinalando que «as gerações mais jovens tendem a valorizar muito o propósito, a agilidade, o feedback e as oportunidades de crescimento, enquanto os profissionais com mais experiência trazem uma visão mais consolidada, maior profundidade e uma enorme capacidade de leitura do negócio e das pessoas».

E na Mary Kay procuram respeitar estas diferenças sem perder aquilo que é essencial, «integrar cada pessoa com proximidade, clareza e sentido de pertença», diz. Ou seja: «Acreditamos muito na riqueza desta convivência intergeracional, porque é precisamente ela que nos permite aprender uns com os outros e construir equipas mais fortes, mais completas e mais humanas, especialmente tendo em conta a força de vendas independente da Mary Kay que servimos e que é também diversa em idades, backgrounds e gerações.»

Reforçar a dimensão humana

Nos últimos tempos surgiu na Mary Kay uma inovação marcante: a forma como se acelerou a transformação digital para apoiar melhor as consultoras de beleza independentes e responder a novas expectativas das consumidoras. Sandra Silva refere: «Esse caminho traduziu-se em mais ferramentas de formação, personalização e experiência digital, incluindo soluções de realidade au mentada e inteligência artificial [IA]. Mais recentemente, a marca lançou o AI Foundation Finder, uma ferramenta que permite recomendações personalizadas de tom de base em poucos segundos. Para nós, no entanto, o mais importante é que a inovação não substitui a dimensão humana do negócio – reforça-a. Acreditamos que o futuro passa precisamente por essa combinação entre tecnologia, proximidade e capacidade de criar experiências mais relevantes e mais pessoais.»

Daqui se percebe que pessoas e tecnologia são áreas centrais da Mary Kay, «como de qualquer organização que queira continuar relevante», realça a responsável, que no entanto elege um desafio maior e mais abrangente, aliás já referido: «Passa por transformar e adaptar o modelo de negócio a novas realidades de mercado, novas gerações, novos hábitos de consumo e novas formas de relação com o trabalho, sem perder a essência e os valores que nos de finem. Nesse contexto, as pessoas são decisivas, porque é através delas que se constrói cultura, capacidade de adaptação, liderança e sentido de propósito. A tecnologia, por sua vez, é uma alavanca fundamental para ganhar agilidade, proximidade, eficiência e capacidade de resposta.»

Há outros desafios igualmente relevantes na Mary Kay, como «a capacidade de liderar a mudança, manter o equilíbrio entre inovação e identidade e continuar a criar uma proposta de valor atrativa e com significado, tanto para quem trabalha diretamente na empresa como para os milhares de mulheres que desenvolvem o seu negócio independente Mary Kay», destaca Sandra Silva.

A concluir, a responsável fala de uma prática marcante: a cultura de reconhecimento e proximidade. E detalha: «Faz parte do nosso ADN valorizar as pessoas de forma genuína, reconhecendo contributos, celebrando conquis tas e criando um ambiente em que cada pessoa se sente vista, respeitada e importante. Mais do que uma prática isolada, é uma forma de liderar e de construir cultura, com impacto direto na motivação, no compromisso e no sentido de pertença. Num momento de transformação, essa dimensão humana torna-se ainda mais relevante, porque ajuda a dar às pessoas confiança, estabilidade e vontade de evoluir em conjunto.»

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Pelo terceiro ano consecutivo, a Mary Kay foi reconhecida pela Euromonitor International como a marca número 1 de venda direta em cuidados de pele e maquilhagem a nível mundial.* Sandra Silva fala de um indicador que reflete a força da marca, a qualidade do portefólio e a consistência de um legado construído ao longo de décadas.

*Fonte: Euromonitor International Limited, Beleza e Cuidados Pessoais Edição 2025, vendas em valor em preços de mercado, dados 2024

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Em 2025, a revista «Forbes» colocou a Mary Kay na posição 9 da lista Best Brands for Social Impact, sendo a única marca de beleza e a única marca de venda direta no Top 10. Esse reconhecimento ganha ainda mais força quando se vê que, já em 2026, a «For bes» distinguiu também a Mary Kay como a segunda melhor marca em apoio ao cliente. «Para nós, isto mostra que desempenho, impacto social e proximidade com o cliente podem, de facto, andar lado a lado», partilha a general manager em Portugal.

– «Empresa de Excelência para Trabalhar em Portugal», da revista «human»

Mary Kay Portugal

Sede: Lisboa

Atividade: Comércio por Grosso de Perfumaria, Cosmética, Beleza e Afins

Número de colaboradores: 12 (10 Mulheres, 2 Homens)

Média de idades: 44 anos

Antiguidade média: 12 anos

Colaboradores em contacto com IA no trabalho: ND

Site: www.marykay.pt

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