Happiness Camp vai ter a quarta edição e anuncia Conselho Executivo

O Happiness Camp, a maior conferência europeia dedicada à sustentabilidade humana e ao futuro do trabalho, regressa ao Porto para a sua da quarta edição, a 24 de setembro. Depois de reunir mais de 15.000 participantes, provenientes de mais de mais de 87 nacionalidades, cinco continentes e centenas de organizações nas edições anteriores, o evento consolida o seu posicionamento como uma plataforma internacional de reflexão e transformação do mundo do trabalho.

Em paralelo, o Happiness Camp apresenta um novo Conselho Executivo Internacional, criado para reforçar a ambição global do projeto e acelerar a transformação dos modelos tradicionais de trabalho.

Criado pela Associação Happiness Camp, o Conselho Executivo é um órgão internacional que reúne um conjunto de vozes influentes nas áreas da cultura organizacional, bem-estar no trabalho, liderança e sustentabilidade humana, provenientes de grandes multinacionais com impacto global. A sua criação assinala uma nova fase na evolução do ecossistema Happiness Camp, que reforça a sua ambição enquanto plataforma contínua de pensamento, influência e ação sobre os desafios estruturais do mundo do trabalho.

Entre os membros que integram o novo conselho encontram-se Felicia Cheng, global head para Wellbeing & Mental Health da Salesforce, Riddhima Kowley, global head para Wellbeing & Inclusion da Nokia, César Carvalho, chief executive officer (CEO) e cofundador da Wellhub, uma das maiores plataformas globais de bem-estar corporativo, Claude Silver, chief heart officer da VaynerX, e Madalena Carey, CEO da Happiness Business School. O Conselho conta ainda com a participação de António Pedro Pinto, fundador e CEO do Happiness Camp, e é presidido por Jen Fisher, diretora de impacto e comunidade do Happiness Camp e uma das principais referências internacionais na área da sustentabilidade humana.

A criação deste Conselho representa um marco no contexto nacional, ao reunir de forma estruturada e contínua líderes internacionais que estão a definir políticas e culturas organizacionais à escala global, com impacto direto na vida de milhões de colaboradores. Surge ainda num momento particularmente crítico, em que a Organização Mundial da Saúde alerta para o crescimento do burnout, da exaustão emocional e da depressão como principais causas de incapacidade laboral.

António Pedro Pinto, CEO e cofundador do Happiness Camp, refere: «A criação deste Conselho Executivo é a prova de que o debate sobre o futuro do trabalho deixou de ser teórico. Estamos a trazer para Portugal líderes que tomam decisões reais, com impacto direto na vida de milhões de pessoas, e a colocá-los a trabalhar em conjunto para mudar a forma como as organizações cuidam das suas pessoas.»

O Conselho Executivo terá um papel ativo na definição dos princípios orientadores da quarta edição do Happiness Camp, contribuindo para a curadoria estratégica dos temas, para a produção de pensamento crítico e para a geração de contributos relevantes dirigidos a líderes empresariais, organizações e decisores públicos. Este órgão estará também ligado a outras iniciativas estruturantes do ecossistema Happiness Camp, reforçando a ambição de impacto para além do próprio evento.

O responsável acrescenta: «O Happiness Camp nasceu como uma conferência, mas evoluiu para um verdadeiro movimento internacional, onde o pensamento estratégico se transforma em ação concreta e onde Portugal assume um papel ativo na definição das próximas décadas do mundo do trabalho.»

Por sua vez, Jen Fisher, diretora de impacto e comunidade do Happiness Camp e presidente do Conselho Executivo, refere: «O Conselho Executivo é o ponto de encontro entre o pensamento estratégico e a ação transformadora. Reunimos líderes de diferentes continentes e sectores que partilham a convicção de que o trabalho tem de funcionar para os seres humanos e que têm a influência necessária para o concretizar à escala global. O que torna este movimento verdadeiramente extraordinário é o facto de estar a ser construído a partir de Portugal, provando que o impacto global não depende de centros de poder tradicionais, mas sim de uma visão autêntica e da coragem para agir.»

Promovido pela Associação Happiness Camp, o evento é considerado o maior encontro europeu dedicado à sustentabilidade humana e ao futuro do trabalho, reunindo anualmente milhares de participantes de dezenas de nacionalidades, entre líderes empresariais, profissionais de recursos humanos, académicos, decisores e agentes de mudança.

A associação

A Associação Happiness Camp visa a promoção de um território mais feliz para viver e trabalhar, com especial foco em Portugal, com vista a combater os elevados índices de depressão e burnout identificados pela Organização Mundial da Saúde como a futura segunda principal causa de incapacidade no futuro. Propõe-se fazê-lo, designadamente através da organização de uma conferência anual dedicada ao tema da felicidade pessoal e profissional – o Happiness Camp – da realização de diferentes  palestras, da organização de atividades lúdicas, como aulas de yoga, sessões de meditação, workshops sobre nutrição, com vista a incrementar  o bem-estar pessoal e a influenciar positivamente o ambiente de trabalho, e da criação de um circuito artístico, com curadoria de diferentes artistas, que procura estimular a produção de dopaminas através da cor, da luz e do cheiro.

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