Número 147, janeiro-fevereiro de 2024

A edição 147 da «human», além da distribuição habitual em banca, pelo núcleo de assinantes e pelos associados da APG – Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas, tem distribuição no «Fórum de Líderes para a Gestão do Talento», a 7 de março, no Lagoas Park Hotel, em Oeiras. Neste evento anual promovido pela revista, o keynote speaker é o entrevistado em destaque e figura de capa, agora, na «human»: Rui Bairrada, líder de afetos, fundador do Doutor Finanças, empresa criada em 2014 e especializada em finanças pessoais e familiares, que procura ajudar as pessoas a tomar as melhores decisões para chegar a uma vida financeira sustentável, fala-nos numa entrevista de como a sua gestão é um misto de emoção e razão, fala de um formato a que muitos chamam gestão de afetos mas que para ele significa apenas que escolhe liderar com proximidade e escuta ativa. E perspetiva: «Nos próximos anos, vou continuar a contribuir para o crescimento do Doutor Finanças, na certeza, porém, de que tenho outros sonhos. E, seguramente, vou encontrar forma de os concretizar.»

A edição não se esgota nesta entrevista. O dia-a-dia na gestão das pessoas numa empresa como a Microsoft, os desafios que se colocam no recrutamento pelas questões ligadas à igualdade de género, diversos casos de empresas sobre como é feita a gestão do potencial tecnológico e do potencial humano, a importância de uma ferramenta tão especial como o coaching e o impacto da inteligência artificial no e-learning, estes e outros temas fazem uma edição da «human» marcada como sempre pela diversidade nos seus conteúdos.

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Resumo da edição

– Editorial: António Manuel Venda

– Zoom: Spotlight/ Best Of/ Flash Interview (Raquel Brás)/ Evento em Destaque (VIII Fórum de Líderes para a Gestão do Talento)/ Dicas (Inovação)

– Primeira Opinião: José Crespo de Carvalho, ISCTE Executive Education

– Entrevista de Capa: Rui Bairrada, Doutor Finanças

– Personal Branding: Opinião (Andreia Mitreiro, Your Trend)

– Especial: Recrutamento (Desafios da igualdade de género)

– Um Dia na Empresa: Maria Kol, Microsoft

– Em Foco: Coaching (Uma ferramenta para o sucesso)

– Reportagem: Gerir o potencial tecnológico e o potencial humano nas empresas

– Em Direto: João Franco, NBCC Academy/ Eunice Teixeira, NBCC Group

– Dossier: e-Learning (O impacto da inteligência artificial)

– Agilidade: Opinião (André Bocater, K21)

– Espaço RH: Em Síntese/ Web/ Livro/ Agenda

– Lifestyle: Restaurante (La Susy by Chakall)/ Wellness/ Cinema/ Livros

– Última Página: Maria João Maia, AstraZeneca

Para adquirir esta edição da revista «human», envie por favor um e-mail com o seu pedido (geral@human.pt). Se preferir assinar a revista, pode fazê-lo aqui.

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Edições anteriores

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Estatuto editorial

A revista «human» é uma publicação mensal de informação e conhecimento no domínio da gestão, com particular enfoque na gestão das pessoas nas organizações. Faz parte de um projeto mais amplo, o projeto «human», que começou a tomar forma no dia 17 de novembro de 2008 com a colocação on-line do respetivo portal.

A revista destina-se a cargos médios e superiores da gestão de recursos humanos, cargos de direção geral, financeira e jurídica em pequenas e médias empresas (PME), formadores e consultores, professores universitários e estudantes da área.

As opções editoriais da revista (que pertence a uma empresa privada, a Just Media) são definidas pelo diretor, em conjunto com um conselho editorial. Têm por base uma postura independente de orientações políticas, religiosas, culturais ou económicas, com respeito pela diversidade, consciência ética e responsabilidade social. Os conteúdos são produzidos por uma equipa jornalística e ainda por diversos colaboradores que têm como característica principal o facto de abordarem temas sobre os quais detêm um conhecimento marcado sobretudo pela ligação ao mundo das organizações.

A «human» tem uma preocupação especial em apresentar exemplos de boas práticas na gestão das pessoas nas organizações, sem que isso signifique que deixe de marcar a sua opinião crítica em relação àquilo que considere justificável. Apesar de vocacionada para o domínio da gestão, em especial para a gestão das pessoas nas organizações, tem também espaço para temas de âmbito cultural e de lazer.