Já está disponível a edição 163 da «human». As edições da revista não são habitualmente dedicadas a um único tema, antes apresentam diversos destaques, sendo um deles o principal. No caso desta edição, é isso que acontece, mas há um tema que atravessa grande parte da revista, o que tem a ver com a diversidade e a inclusão das pessoas nas organizações e também na sociedade – o que nos vamos habituando a ver referido como DEI. Seja na entrevista de capa, seja em espaços de opinião ou de dicas, seja numa reportagem, o tema de alguma forma aparece. E também no espaço que destaca um evento deste ano, a «Conferência Human», onde esta edição é distribuída (a 5 de novembro, em Lisboa, no Auditório CGD, do ISEG – Lisbon School of Economics & Management). O evento terá a décima terceira edição, e o tema é precisamente «Diversidade e Inclusão nas Empresas – perspetivas práticas, estratégicas e humanas».
Da entrevista de capa, com o fundador de uma instituição com mais de duas décadas de intervenção em Portugal e com um trabalho notável, deixamos um excerto: «Acho que cada vez mais empresas percebem que a inclusão é importante. O desafio é passar da intenção para a ação. Muitas empresas ainda associam a contratação de pessoas com deficiência a uma obrigação legal ou a uma questão de responsabilidade social. Eu gostava que começássemos a olhar para ela sobretudo como uma questão de talento e de negócio. As empresas precisam de pessoas diferentes, com experiências distintas, formas diversas de pensar e de resolver problemas. Uma empresa inclusiva não está apenas a dar uma oportunidade a alguém. Está também a ganhar talento.»
É a visão de Salvador Mendes de Almeida e do projeto que lançou em 2003, a Associação Salvador. Numa edição com inúmeras outras partilhas, em que se assinalamos duas entrevistas: a do fundador e líder de um universo empresarial com 27 anos, com atuação de grande relevo em capital humano mas também já noutros sectores; e a da responsável de recursos humanos em Portugal de uma das empresas mais conhecidas do mundo, com presença global e mais de 12 mil pessoas a trabalhar no nosso país, num modelo de negócio que inclui um grande número de empreendedores nacionais.
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