Dossier «Empresas que Inspiram o Talento»

DaVita: colocar as pessoas no centro da atividade

Texto: Redação «human» Fotos: DR

A DaVita tem uma equipa de mais de 60 mil colaboradores e coloca as pessoas no centro da sua atividade, promovendo uma cultura baseada na excelência de serviço, na integridade, no trabalho em equipa e na melhoria contínua. Esta abordagem tem permitido alcançar resultados clínicos cada vez mais positivos, sendo a organização reconhecida como líder em diversos indicadores de qualidade na diálise e no acompanhamento de pessoas com doença renal crónica.

Desde a fundação, em 1999, tem procurado afirmar-se como mais do que uma empresa de cuidados de saúde. Com um forte sentido de comunidade, desenvolve iniciativas dirigidas a doentes, colaboradores, famílias e comunidades locais, enquanto continua a investir na melhoria da qualidade de vida das pessoas com doença renal e na inovação dos cuidados prestados.

Estratégia de employer branding e atração de talento

Catarina Vargas, People Services Senior Manager em Portugal, partilha que «a estratégia de employer branding e atração de talento tem como intuito atrair profissionais que se identifiquem com a DaVita, e que queiram permanecer e crescer aí». Mais: «A nossa cultura é o que nos diferencia e revela-se a base da nossa estratégia, que assenta no propósito de fazer a diferença na vida das pessoas e de cuidarmos uns dos outros com cabeça, coração e mãos. Assenta igualmente no desenvolvimento das competências clínicas e de gestão dos nossos profissionais, permitindo especializarem-se nesta área tão sensível dos cuidados renais. E tem como base a preocupação na forma como comunicamos e reconhecemos o empenho e o profissionalismo das nossas pessoas, e promovemos a autonomia e o crescimento interno. Por último, mas não menos importante, é igualmente um pilar o cuidado pelo bem-estar das nossas pessoas, ao gerirmos da melhor forma possível o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, bem como os programas que proporcionamos de apoio psicológico. Somos apaixonados pelo que fazemos, e é essa a mensagem que queremos deixar clara na nossa proposta de valor.»

Catarina Vargas, People Services Senior Manager

Segundo a responsável, «é essencial existir um propósito claro sobre o trabalho de cada profissional, uma visão sobre o seu desenvolvimento e a sua carreira e também uma comunicação transparente e responsável onde as pessoas sintam que são ouvidas, compreendidas e reconhecidas». Destaca ainda «as condições de trabalho, também relevantes, onde encaixam temas como carga horária, organização das equipas e liderança» e «a compensação global atrativa». Para além do salário, «sempre um desafio para as organizações», diz, «os benefícios extrassalariais podem responder às necessidades das diferentes gerações».

A DaVita procura pessoas apaixonadas, dinâmicas, com vocação para o cuidado, espírito de equipa e vontade de crescer, que se identifiquem com os seus valores e a sua missão. Valoriza a atitude, o compromisso e a vontade de evoluir, para além da competência técnica, e tem atualmente diversas vagas de recrutamento abertas, para enfermeiros e médicos (www.davita.pt/recrutamento).

Catarina Vargas diz que querem que «cada colaborador sinta que o seu contributo tem impacto real, que tem espaço para desenvolver a sua carreira e que faz parte de uma equipa que se apoia, valoriza e cresce em conjunto», e adianta: «Consideramos fundamental recrutar pessoas que partilhem o nosso propósito e a nossa forma de estar – cuidar com excelência, trabalhar em equipa e colocar o doente no centro. Procuramos perfis com competência técnica, mas também com empatia, responsabilidade e vontade de crescer num ambiente colaborativo.»

O desafio da escassez de talento

A escassez de talento, também no sector em que atuam, «é uma tendência que deverá manter-se nos próximos anos», diz a responsável, assinalando que «os desafios são particularmente evidentes em perfis clínicos, caso de enfermeiros e médicos». E faz notar: «Isto obriga-nos a ser ainda mais consistentes na forma como atraímos, desenvolvemos e retemos. Para além da dificuldade em encontrar perfis especializados, é um desafio a concorrência que existe entre sector público, sector privado e o próprio mercado internacional, bem como a dinâmica do sector, que exige flexibilidade e carga horária específica. Destaco a dificuldade de recrutar e reter enfermeiros para a área da diálise, muito exigente, que requer formação contínua, domínio de equipamentos complexos e grande capacidade de empatia e suporte ao doente crónico. E acresce a exigência de turnos rotativos e cargas horárias intensas, que tornam o dia-a-dia particularmente desafiante.»

Uma nota ainda para a relação com universidades e entidades de formação, muito importante para a DaVita, que procura estar próxima através de ações de sensibilização, sessões formativas e partilha de conhecimento com futuros profissionais de saúde, reforçando assim a ligação entre ensino e prática clínica.

Liderar com propósito

Paulo Dinis, Diretor Geral da DaVita Portugal, integra a organização há 13 anos, numa trajetória que lhe proporcionou uma visão profunda da cultura da empresa e do impacto do trabalho na vida dos doentes e dos colaboradores. Liderar a DaVita Portugal é, para si, uma missão com propósito. O que mais o motiva é saber que o trabalho da DaVita faz realmente a diferença e que contribui para um futuro melhor para as pessoas com doença renal crónica.

Ao longo do seu percurso, destaca o orgulho nas pessoas que fazem parte da organização. «Tenho muito orgulho nas nossas equipas», afirma, para logo sublinhar: «Ver o empenho e a dedicação de cada um, especialmente nos momentos mais desafiantes, é algo que me inspira todos os dias. São estes profissionais que dão vida à cultura DaVita.»

Reforço do foco no doente

A DaVita Portugal realizou recentemente a sua Reunião Clínica Anual (ver foto de abertura), juntando equipas de diferentes áreas num momento de reflexão estratégica e partilha de resultados clínicos, com o objetivo de reforçar a cultura organizacional centralizada no doente.

O encontro destacou a importância da articulação entre as dimensões clínica, operacional, financeira e de recursos humanos como condição essencial para assegurar cuidados de elevada qualidade, segurança assistencial e uma experiência positiva para os doentes. As unidades clínicas foram apresentadas como o núcleo da atividade da organização, onde se materializam as decisões e se consolida o trabalho em equipa.

Uma presença global

» 13 clínicas de diálise em Portugal

» rede internacional com mais de 3.000 clínicas

» presença em 15 países

» acesso a cuidados especializados para mais de 200.000 doentes em todo o mundo

www.davita.pt

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