BPI vai formar 4.500 colaboradores em IA com o apoio da 42 Portugal

O BPI vai capacitar 4.500 colaboradores em inteligência artificial (IA), no âmbito do programa AI Dive, desenvolvido em parceria com a 42 Portugal. Com a duração de um ano, o programa pretende reforçar as competências digitais das equipas do BPI em áreas como a IA generativa, entre outras, com aplicação direta ao contexto de trabalho.

O programa AI Dive insere-se na estratégia do BPI centrada na transformação digital dos serviços bancários, para aumentar a personalização da experiência do cliente e a eficiência operacional, assegurando o uso ético da tecnologia. Com uma abordagem prática e presencial, o programa aposta na aprendizagem colaborativa, permitindo aos colaboradores trabalhar em equipa sobre desafios reais.

Afonso Eça, administrador executivo do BPI, afirma: «O programa AI Dive coloca os colaboradores no centro da transformação do banco, valorizando o seu contributo para melhorar a experiência do cliente e para o crescimento do negócio. O objetivo é dotar as nossas equipas de competências que lhes permitam automatizar tarefas e dedicar mais tempo a atividades de maior valor, como o serviço ao cliente e a capacidade de antecipar necessidades.»

O AI Dive foi desenvolvido em parceria com a Shaken Academy e a 42 Portugal, projetos com um modelo pedagógico baseado na aprendizagem prática e colaborativa, com campus em Lisboa, Porto e Coimbra. 

Pedro Santa Clara, fundador da 42 Portugal, refere: «A parceria com o BPI através do AI Dive permite que os colaboradores desenvolvam competências em inteligência artificial aplicadas ao negócio de forma prática e imediata. Este programa reflete o potencial da aprendizagem prática para transformar carreiras e processos empresariais.»

A iniciativa enquadra-se numa estratégia mais ampla de valorização do talento e de investimento na capacitação das equipas do BPI. Além disso, o banco tem também vindo a promover iniciativas ligadas à IA dirigidas ao público em geral, como a exposição BPI AI Innovation Garden, reforçando o seu papel enquanto agente ativo na aproximação entre a tecnologia e a sociedade.

NOTA: na imagem, da esquerda para a direita, Afonso Eça e Pedro Santa Clara.

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