Recrutamento

Disruptivos por natureza, humanos por convicção

Texto: Sara Pimpão/ David Sanglas Foto: DeF

Entrámos num mercado maduro, competitivo e muitas vezes desconfiado. Ouvimos que eramos «mais uma ETT» e que ia ser difícil inovar neste sector. É certo que precisámos de sorte, mas também de propósito, método, resiliência e uma enorme convicção de que, mesmo na era da tecnologia, o fator humano continua a ser o maior diferencial.

Tivemos também o privilégio de ouvir palavras de incentivo e de nos cruzarmos com pessoas que conhecem bem as dores, e a beleza, do crescimento. Gente que, não só percebe a exigência de arrancar uma empresa do zero, mas que escolheu estender a mão, abrir portas, desafiar-nos e celebrar connosco cada conquista.

Foi assim que começou a aventura. Com uma apresentação que mudava de 15 em 15 dias, com a abertura de uma área, depois outra e depois outra. Com gravações em garagens, com decorações de última hora e com prioridades que iam perdendo prioridade à medida que novas prioridades chegavam.

Crescemos, caímos, mas nunca desistimos porque acreditamos que o futuro dos RH não é sobre escolher pessoas, mas sim, sobre pessoas escolherem empresas.

Num ano, ligámos talento a projetos que mudaram empresas, reforçámos equipas que hoje operam mais rápido e com mais propósito. Entrámos em sectores exigentes, da hotelaria à indústria, da banca ao retalho, sempre tendo em conta que cada contratação é uma história humana e não um número.

É verdade que usamos tecnologia, automação e inteligência artificial (IA), mas com o objetivo de aproximar, não de afastar. Para libertar tempo para criar relações com alma que constroem equipas, mudar culturas e transformar negócios.

Este sector exige sensibilidade, velocidade, visão e uma resistência emocional indestrutível. É lidar com expectativas, mudanças, despedidas, novas oportunidades, sonhos e realidades, tudo ao mesmo tempo. Não é fácil, mas é extraordinário.

Não se trata só de abrir uma empresa, mas sobre afirmar uma visão, sobre provar que dá para entrar num mercado cheio, sem perder o coração no processo.

365 dias depois da prova de conceito, do teste de stress e da validação de que o sector estava preparado para uma abordagem diferente. Agora entra a próxima fase: não queremos apenas acompanhar a evolução dos RH, queremos inventá-la. Queremos questionar práticas antigas, desafiar métricas vazias e redefinir o que significa, de verdade, construir equipas que entregam valor.

O futuro da iU Talent passa por unir rigor a emoção, performance a experiência e provar que profissionalismo e sensibilidade podem, sim, coexistir. Queremos equipas que crescem, líderes que inspiram e organizações que não precisam de escolher entre resultado e cultura, porque sabem construir ambos.

Se o primeiro ano foi sobre entrar, o próximo é sobre marcar posição: fazer (ainda mais) barulho onde for preciso, trazer conversas que incomodam, assumir riscos, construir projetos que deixam marca e influenciar a forma como este sector olha para o talento e para quem faz o trabalho acontecer.

Não queremos seguir tendências, queremos defini-las, e se há algo que aprendemos este ano é que, quando se acredita verdadeiramente numa visão, a incerteza passa a ser combustível e não um travão.



Sara Pimpão/ David Sanglas, Co-founders da iU Talent (na foto)


Na iU Talent, os seus responsáveis afirmam que têm como missão ser felizes a humanizar talento. Inspiram, ajudam a crescer e acreditam no potencial de cada um para que, um dia, possa contagiar todos ao seu redor. Lutam para criar um mundo onde talento e tecnologia se alinham para desenvolver oportunidades mais felizes, eficientes e sustentáveis. Acrescentam ainda: «É como quem diz, trabalhamos para sermos felizes, ver os outros felizes e transformar o mundo laboral num local (adivinhem…) feliz.»

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