Formação de Executivos

ISCTE: 2025 fecha forte, 2026 exige consolidação

Texto: José Crespo de Carvalho Fotos: DR

O Iscte Executive Education volta a provar que crescer não é um acaso: é estratégia, é consistência, é disciplina. Sete anos consecutivos de subida, vendas a aumentar, resultados a subir, mais alunos, mais empresas, mais impacto. Uma presença contínua no «Financial Times», entre as 50 melhores escolas de executivos do mundo e no Top 40 europeu, são factos que não se verificam por mero acaso.  Colocar o Executive MBA no segundo lugar em Portugal e entre os 100 melhores do mundo também não é fruto de sorte. Um e outros posicionamentos acontecem consistentemente nos últimos anos. Acontece porque fazemos o que dizemos. Porque entregamos. Porque nos levamos ao limite, sendo o limite que nos impomos cada vez mais elevado.

2025 mostrou um aspeto simples: quando se eleva a fasquia, não se pode fingir, depois, que não se colocou mais alta. Temos hoje mais programas, mais formato on-line, mais corporate e mais custom. Temos empresas a confiar, participantes e empresas a repetir, equipas a puxar pelo futuro. Tudo isto é crescimento. Agora, porém, é preciso inteligência para consolidar.

2026 não é para grandes festas. Será antes para grandes escolhas. E as escolhas estão feitas. Vamos reforçar onde o país, as empresas e o mundo mais precisam: gestão da saúde, inovação, liderança, negociação, inteligência artificial (IA), digital health. Vamos expandir onde o mercado grita por conhecimento sério: tecnologias, IA aplicada, real estate, investimento e mediação. Vamos estabilizar e consolidar em finanças, fiscalidade, controlo de gestão, contabilidade, supply chain, marketing digital, desporto, gestão e direito, e-commerce, placebrand e placemarketing, mobilidade, qualidade, ESG (environmental, social and governance), vendas, projetos, comercial. Não nos falta currículo. Falta-nos, isso sim, tempo para fazer tudo. Uma coisa é certa: entregar-nos-emos.

2026 será, pois, um ano de consolidação. E consolidar não é ficar parado: é saber o que queremos ser nos próximos anos. E, igualmente, saber para aonde não queremos ir. É decidir em que áreas vamos liderar, em que áreas vamos crescer, em que áreas vamos transformar o mercado, em que áreas vamos consolidar. É assumir que, depois da subida, vem a consolidação. E aceitar que quem não consolida, cai.

No Iscte Executive Education não queremos modas. Queremos impacto. Queremos executivos que pensem, líderes que decidam, empresas que transformem. Queremos formar discernimento, capacidade de decisão, pensamento crítico. «Real Life Learning» não é um slogan: é um compromisso. E 2026 será exatamente isso: compromisso com o futuro que estamos a construir.





José Crespo de Carvalho
, Presidente do Iscte Executive Education


O Iscte Executive Education foi a primeira escola de negócios de formação de executivos, associada a uma universidade, a nascer em Portugal, em 1988. Facto construído, entre outros, pela figura incontornável de Eduardo Gomes Cardoso. É com a história e com a experiência que procura criar futuro. Acreditam os seus responsáveis que se trata da primeira escola na forma de fazer singular e em variadas áreas do conhecimento; a primeira na maneira como co-desenha programas e como se relacionamos com as empresas e os seus participantes e, assim, entrega; a primeira na ligação à imensa base empresarial real, e a primeira no lado aplicacional que a caracteriza. E é esse lado aplicacional que leva à assinatura «Real-Life Learning».

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