«A IA reforça a autoconsciência, a empatia e a eficácia humana nas organizações.»
À medida que a inteligência artificial (IA) assume um papel central nas organizações, a verdadeira inovação passa cada vez mais pela compreensão do comportamento humano. É neste cruzamento entre tecnologia, empatia e decisão que se posicionam o trabalho de Luís Silva, fundador da BrightGroup e presidente do Porto Tech Hub (PTH), por um lado, e…



