Chega Aonde Quiseres
de Michael Nell
Um 'coach' que tem conhecido grande sucesso a nível internacional, num livro que tem como subtítulo «Estratégias comprovadas para alcançar o sucesso». O objectivo de Michael Nell é «ensinar a chegar ao sucesso sem muito esforço», isto e também «mudar os relacionamentos, as finanças e a saúde», «sentir-se feliz todos os dias independentemente das circunstâncias» e «viver uma vida estimulante, inclusive que seja estimulante também para os outros». Na sua opinião, «quando começamos a cuidar conscientemente cada vez melhor de nós, deixamos de precisar de manipular o mundo para o fazer por nós». E «quanto mais cuidadosos formos, melhor nos sentimos, quanto melhor nos sentirmos, mais energia temos, quanto mais energia tivermos, mais capazes nos sentimos, quanto mais capazes nos tornarmos, mais coisas conseguimos, quanto mais coisas conseguirmos, melhor nos sentimos». O guru Paul McKenna, que assina o prefácio, assinala que «as pessoas bem dispostas têm mais probabilidades de experimentar coisas novas e de se desafiarem a si mesmas, o que reforça as emoções positivas e leva a maior êxito no trabalho, a relações mais fortes e a uma saúde melhor», e de caminho refere que Michael Nell «anda a demonstrar isto há anos», classificando este livro como «maravilhoso». (Livros d'Hoje - Publicações Dom Quixote, 2008, 334 pp.) |
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| Gestão de Activos Humanos no Século 21
de vários autores (coordenação de José Bancaleiro)
Perspectivas sobre a gestão dos recursos humanos nas organizações, reunidas num livro coordenado por José Bancaleiro, que assinala o facto de nele se juntarem «as u niversidades, as empresas e a consultoria em abordagens sobre a gestão do activo que mais contribui para os resultados das organizações e dos países». Os participantes são os seguintes: Ana Cristina Monteiro, Artur Nunes , Carlos Filipe Oliveira, Catarina Horta , Cláudia Coiteiro, Eduardo Perfeito, Helena Santos, João Vieira, José Bancaleiro, José Coelho Martins, Maria Eduarda Duarte , Mário Ceitil, Mário Henriques, Miguel Pereira Lopes, Patrícia Jardim da Palma, Paula Rodrigues , Paulo Machado , Ricardo Fortes da Costa, Ruben Eiras, Rui Nascimento Alves, Rute Sousa Vasco , Sandra Barranquinho e Vanda Lobato de Faria. Quanto aos temas: Inovação - a nova fronteira da gestão do capital humano; Gestão Intercultural na Europa; Gestão de Recursos Humanos e EFQM; Gestão de Recursos Humanos nas Empresas Familiares; Qualidade, Mudança e Pessoas; Capital Empreendedor; Tolerância, Talento e Tecnologia; Coaching - Conceito e Práticas; Liderança - o Bocadinho que nos Faz Falta; Liderança em Fusões e Aquisições; Liderança em Gestão de Projectos; Gestão de Competências; Gestão de Carreiras nos Caminhos da Liberdade; Gestão de Expectativas; Papel da Formação Profissional; Reforma de Bolonha; Human Performance Technology; Construir Equipas de Alto Rendimento; Gestão de Conflitos - TIT for TAT; Gestão da Remuneração e da Performance; Segredos da Gestão de Equipas; Papel da Informação na Comunicação Interna; e Marketing na Gestão de Talento. (RH Editora, 2008, 352 pp.) |
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| Comunicação Pessoal e Organizacional
de Arménio Rego
«A comunicação 'irriga' todos os espaços da vida organizacional», defende Arménio Rego, professor da Universidade de Aveiro, num livro sobre um tema extremamente importante, quer na vida social, quer em termos do dia-a-dia nas organizações. Neste último caso, refira-se alguns exemplos que o autor apresenta sobre a utilização da comunicação: gestores a interagirem com superiores, subordinados, colegas, sindicatos, fornecedores, clientes e autoridades; as chefias a delegarem responsabilidades; diversos membros organizacionais a levarem a cabo tácticas de influência junto dos respectivos alvos; subordinados a bajularem superiores ou a fazerem chegar as suas opiniões, propostas, queixas e lamentações às «autoridades organizacionais»; gestores a obterem informação junto de diversas entidades com as quais lidam no exercício das suas funções; os mesmos gestores a disseminarem informações, tanto ao nível interno como externo. São alguns exemplos, entre tantos outros, num livro em que a simplicidade da linguagem não obsta de forma nenhuma ao rigor a que os trabalhos de Arménio Rego habituaram os leitores. (Edições Sílabo, 2007, 544 pp.) |
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A Selva Empresarial
de Mariana Ferrari
Uma fábula, nas empresas. Lutas em que as personagens, na maioria dos casos animais selvagens, tentam alcançar o poder a todo o custo. A realidade de muitas empresas e organizações, com as suas «figuras típicas» retratadas em macacos trepadores, mochos sábios, tigres-fêmea lutadoras, coiotes aldrabões ou catatuas mexeriqueiras. Para começar, acontece uma destituição inesperada, a de um soberano local, o que faz com que os leões do conselho tenham de eleger um novo responsável. Desencadeia-se então uma luta entre a velha guarda, para a qual os fins justificam os meios, e a nova guarda, bem mais sensata e transparente. A autora, que tem mais de duas décadas de experiência internacional em Marketing, Comunicação, Estratégia e Inovação, passou por empresas e organismos multinacionais onde desempenhou cargos de topo. Dirige em Madrid uma empresa de consultoria ligada à área de Inovação. (Centro Atlântico, 2007, 164 pp.) |
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Gestão Administrativa dos Recursos Humanos
de José Manuel Seixo
Um «manual prático», em edição actualizada sobre a gestão administrativa das pessoas nas organizações. A editora refere que foi «actualizado segundo as mais recentes normas fiscais publicadas e de acordo com o 'Código do Trabalho' e respectiva legislação regulamentar». O objectivo é «sistematizar um conjunto de formalismos a que as empresas estão obrigadas e que têm a sua génese nas relações de trabalho», informa ainda a editora, que destaca o facto de este título ser «considerado por muitos como um elemento de trabalho essencial, resumindo num único volume normas de Direito do Trabalho, do Direito da Segurança Social e do Direito Fiscal, facilitando a consulta e o estudo», isto além de «disponibilizar um saber prático essencial para os profissionais que nas empresas procuram evoluir na área da gestão dos recursos humanos ou para os estudantes que pretendem acrescentar valor aos conhecimentos teóricos adquiridos». O autor é licenciado em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia do Trabalho (Instituto Superior de Línguas e Administração, ISLA) e pós-graduado em Gestão de Recursos Humanos (Instituto Superior de Gestão, ISG), tendo uma longa experiência como director de recursos humanos em grandes empresas. (LIDEL, 2007, 264 pp.) |
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Novo Humanator
de Pedro B. da Camara, Paulo Balreira Guerra e Joaquim Vicente Rodrigues
O «Novo Humanator», lançado em Dezembro de 2007, 10 anos passados sobre a primeira edição. O livro, que já tinha sido objecto de uma profunda remodelação em 2001, vendeu ao longo de 10 anos mais de 20 mil exemplares, surgindo nesta nova edição com diversas inovações, que segundo Pedro B. da Camara, um dos autores, «representam uma transposição para a área da gestão das pessoas do novo paradigma de complexidade adaptativa das organizações». Ao mesmo tempo, essas inovações «são o espelho da evolução da envolvente empresarial e do reposicionamento» que os três autores tiveram sobre inúmeras questões da área». Pedro B. da Camara refere ainda: «Pode-se dizer, em boa verdade, que o 'Novo Humanator' é um livro totalmente diferente do anterior. Para além dos novos capítulos que foram incluídos - sobre gestão por competências, gestão intercultural, gestão do conhecimento e gestão do talento -, foram redigidos de novo praticamente todos os capítulos pré-existentes, inseridos centenas de novos exemplos e eliminados uns quantos que se tinham desactualizado. E a obra foi enriquecida com a inclusão dos casos de estudo da Capgemini e do Grupo PT.» (Publicações Dom Quixote, 2007, 976 páginas)
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Trabalho em Equipa - Moda ou Solução
de Jorge Araújo
Jorge Araújo foi treinador profissional de basquetebol durante quase quatro décadas (várias vezes campeão na liga profissional e vencedor de outras provas nacionais, além de seleccionador nacional e «Treinador do Ano» em diferentes momentos da carreira), tendo depois fundado a Team Work. Actua em termos de consultoria empresarial nas áreas de Liderança e Trabalho de Equipas, Motivação e Superação, tendo desenvolvido o Coaching com estreitas ligações ao desporto. É à volta destes temas que desenvolve o livro « Trabalho em Equipa - Moda ou Solução ». A certa altura escreve: « A história da humanidade demonstra-nos elucidativamente que, por vezes, trabalhar em equipa transporta consigo uma mais-valia inquestionável. Mas também nos tem ensinado como é complexa a respectiva realidade. As equipas, quem as dirige e o meio em que se inserem são compostas por pessoas. Seres humanos que em toda a sua plenitude e diferenças de personalidade, educação, treino, cultura, etc, expressam acima de tudo uma enorme tendência para estarem 'cada um na sua'. Quanto possível, preservando as suas zonas de conforto e pensando primeiro em si próprios, em vez de pensarem nos outros. O que demonstra afinal que trabalhar em equipa não é algo natural. Pessoas e equipas precisam sempre de, no decurso dos processos conjuntos em que vão estando envolvidos, ver demonstrado de modo bem evidente que é preciso cooperarem e estabelecerem redes de entreajuda e apoio mútuos. E principalmente de perceberem o que ganham com o facto de trabalharem em equipa.» (TeamWork Edições, 2007, 110 pp.) |
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Mavericks no Trabalho
de Polly LaBarre e William C. Taylor
A tradutora, que optou por manter o termo «Mavericks» no original, apresenta logo na abertura do livro uma possível definição: «alguém que pensa e age de uma forma independente, muitas vezes de um modo diferente do esperado ou do habitual; que não se limita a seguir os padrões e as regras». É sobre este tipo de pessoas que aqui se trata. Uma curiosidade: um dos autores fala no prefácio que escreveu para a edição portuguesa da grande epopeia das descobertas e da sua grande figura, o Infante D. Henrique; D. Henrique é mesmo classificado como a principal figura daquilo que este autor (William C. Taylor) designa como a «grande aventura moderna da inovação e do empreendedorismo». Taylor refere ainda que «não há nada mais importante no mundo dos negócios do que uma ideia genuinamente nova», e essa teve-a o Infante. É sobretudo de «ideias genuinamente novas» que se fala em «Mavericks no Trabalho; e as grandes referências dos dois autores são precisamente aquelas pessoas capazes de inovar e de construir o futuro dos negócios - são os verdadeiros «mavericks», que inclusivamente podem não ser apenas pessoas, mas também empresas e outras organizações. (Actual Editora, 2007, 338 pp.) |
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Realização e Serenidade na Vida profissional
De S. S. o Dalai Lama e Howard C. Cutler
Este livro surgiu na sequência de um outro, intitulado «Um Guia para a Vida» -, que vendeu mais de um milhão de exemplares. É o resultado de uma série de encontros entre o Dalai Lama e Howard C. Cutler, um psiquiatra que com o líder espiritual tibetano manteve longas conversas. Cutler assinala que o ponto de partida foi uma série de «histórias exemplares» e «episódios pessoais», usados para ilustrar as ideias que os dois se propuseram discutir. Para o Dalai Lama, «entre os seres humanos existem muitas disposições e temperamentos diferentes; algumas pessoas, em particular pessoas mais inteligentes, tendem a apreciar desafios intelectuais e a resolução de problemas, mas podem não gostar de trabalho que requeira esforço físico, já outras podem preferir um trabalho que as ponha menos à prova». Um exemplo contado na primeira pessoa pelo homem que vive refugiado em Dharamsala, no norte da Índia: «Conheço um tibetano, um antigo monge, que gosta de fazer um trabalho que seja muito pouco desafiador, o tipo de labor físico rotineiro e de tarefas repetitivas que não requerem muito pensamento. Assim, durante esse trabalho, ele gosta de pensar acerca do Dharma, que é um termo usado frequentemente para referir os ensinamentos e a doutrina do Buda. Esse trabalho liberta-lhe a mente para pensar noutras coisas.» (Editorial Presença, 2007, 164 pp.) |
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Retratos de Liderança
de Jorge Barbat Hernández e Manuel Márquez Dorsch
Perfis de vários líderes empresariais espanhóis, uns mais conhecidos do que outros no nosso país, mas todos eles figuras de referência. São 25 retratos feitos por um médico e por um engenheiro, que se propuseram com este projecto dar a conhecer diversos líderes que têm os nomes ligados a empresas ou grupos empresariais, casos do Banesto, do Grupo BBVA da Wanadoo, do Banco Sabadell, da Camper, da Ferrovial ou da Warner Brothers. O livro acaba por ser um conjunto de referências práticas para construir uma liderança de sucesso. Uma particularidade: existe a abrir cada um dos perfis uma frase do respectivo líder - Florentino Pérez, do Grupo ACS, ligado à construção, um homem tornado mundialmente famoso depois de chegar à presidência do Real Madrid, onde se lançou em contratações milionárias como a de Luís Figo ao grande rival Barcelona, diz que «em qualquer acordo, a outra parte tem de ficar igualmente satisfeita»; já Ana Lorenzo, líder da seguradora Cigna, acha que «só questionando os nossos limites podemos conseguir impossíveis». (AMBAR, 2007, 374 pp.) |
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